Uma história construída na prática

Quem é
Leny da África?

Sou Leny da África, candidata a deputada federal, nascida e criada na Cidade de Deus, em Jacarepaguá. Fui criada pelos meus avós, Dona Lenita e Sr. Waldomiro. Sou cristã, esposa do Sérgio e mãe de três filhos: Letícia, Lucas e João Pedro.

Sou gestora pública, empreendedora social e fundadora do Projeto Capacitação Leny da África.

Comecei minha trajetória profissional como bancária, mas encontrei meu verdadeiro propósito no trabalho social que iniciei na comunidade onde cresci.

Percebi que, para ampliar esse trabalho e alcançar mais pessoas, precisava compreender melhor a gestão pública. Por isso, me formei em Gestão Pública aos 50 anos. Depois, atuei na área de promoção da igualdade racial do Governo do Estado do Rio de Janeiro, onde pude conhecer ainda mais de perto a realidade das pessoas que vivem nas periferias.

Agora, quero levar essa experiência para a política e trabalhar por mais educação, qualificação profissional, oportunidades de trabalho e transformação social para mulheres, jovens e adultos.

Capacitação que abre caminhos

O Capacitação
Leny da África

Há mais de 13 anos, a realidade da Cidade de Deus era marcada por muita pobreza e poucas oportunidades. Comecei ajudando com a distribuição de alimentos, mas percebi que a assistência, sozinha, não mudava a realidade das famílias.

Conversei com meu pastor, na Igreja Voz de Deus, na Freguesia, e ele me incentivou a começar com o que tivéssemos. Convidei uma prima, manicure, e uma amiga, cabeleireira, e juntas iniciamos cursos livres gratuitos.

Começamos com apenas seis alunas. Aos poucos, o projeto cresceu e hoje, segundo os dados do Capacitação, alcança cerca de 38 mil pessoas por ano, com 6 mil alunos formados, além de ações sociais que atendem milhares de famílias.

Mais do que números, são pessoas que tiveram acesso a uma profissão, encontraram oportunidades de trabalho e começaram a construir uma nova história.

E agora queremos fazer mais. Ampliar a educação, a qualificação profissional e as oportunidades para quem mais precisa.

0 mil

pessoas impactadas por ano

0 mil

profissionais formados por ano

0 mil

famílias assistidas com cestas básicas por ano

0 mil

pessoas atendidas em ações sociais por ano

Capacitação que abre caminhos

O Capacitação
Leny da África

Há mais de 13 anos, a realidade da Cidade de Deus era marcada por muita pobreza e poucas oportunidades. Comecei ajudando com a distribuição de alimentos, mas percebi que a assistência, sozinha, não mudava a realidade das famílias.

Conversei com meu pastor, na Igreja Voz de Deus, na Freguesia, e ele me incentivou a começar com o que tivéssemos. Convidei uma prima, manicure, e uma amiga, cabeleireira, e juntas iniciamos cursos livres gratuitos.

Começamos com apenas seis alunas. Aos poucos, o projeto cresceu e hoje, segundo os dados do Capacitação, alcança cerca de 38 mil pessoas por ano, com 6 mil alunos formados, além de ações sociais que atendem milhares de famílias.

Mais do que números, são pessoas que tiveram acesso a uma profissão, encontraram oportunidades de trabalho e começaram a construir uma nova história.

E agora queremos fazer mais. Ampliar a educação, a qualificação profissional e as oportunidades para quem mais precisa.

0 mil

pessoas impactadas por ano

0 mil

profissionais formados por ano

0 mil

famílias assistidas com cestas básicas por ano

0 mil

pessoas atendidas em ações sociais por ano

TRAJETÓRIA

Uma trajetória
de trabalho e reconhecimento

Cinco eixos de compromisso

Cinco caminhos para ampliar oportunidades

1. Educação:

Alfabetizar quem ficou para trás precisa ser tratado como uma urgência nacional.

O Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas de 15 anos ou mais que não sabiam ler e escrever em 2025, o equivalente a 4,9% dessa população. E o problema não termina quando a pessoa consegue decodificar palavras: ainda existem adultos que têm dificuldades para interpretar um texto, compreender uma informação, preencher um formulário ou lidar com matemática básica no cotidiano.

A proposta é defender um Programa Nacional de Alfabetização e Letramento Funcional de Adultos, com busca ativa e oferta próxima de onde as pessoas vivem (escolas, centros comunitários, espaços públicos e organizações da sociedade civil) conectando a alfabetização à EJA e, na sequência, à qualificação profissional. O objetivo é não apenas ensinar a ler e escrever, mas recuperar a capacidade de estudar, trabalhar, cuidar da própria vida e acessar direitos.

2. Empregabilidade:

O desafio não é apenas criar vagas; é diminuir a distância entre quem procura uma oportunidade e aquilo que o mercado precisa.

Em 2024, a taxa anual de desocupação no Brasil foi de 6,6%, enquanto a taxa de subutilização ficou em 16,2%. Mesmo quando há trabalho disponível, a inserção é desigual: no 4º trimestre de 2024, a desocupação foi de 5,1% entre homens e 7,6% entre mulheres. Esses números mostram que acesso ao trabalho, qualidade da ocupação e capacidade de permanência ainda são desafios relevantes.

Nosso compromisso é aproximar formação, empresas e trabalhador. Isso significa fortalecer políticas de primeiro emprego, aprendizagem e intermediação de mão de obra, além de estimular empresas a participarem da formação de novos profissionais. A Lei nº 10.097/2000 e as regras de aprendizagem já oferecem uma base importante; o debate precisa avançar para ampliar o alcance e a efetividade dessas portas de entrada.

3. Qualificação Profissional:

Não faz sentido oferecer um curso se ele não aumenta a capacidade de uma pessoa conseguir trabalho ou melhorar sua renda.

O mercado de trabalho muda rapidamente, enquanto parte da oferta de formação permanece distante das necessidades produtivas dos territórios. O país precisa ampliar a educação profissional e tecnológica e, ao mesmo tempo, melhorar a conexão entre cursos, empresas e vocações econômicas locais.

A direção é construir uma rede de qualificação conectada ao setor produtivo: Institutos Federais, Sistema S, universidades, escolas técnicas e empresas trabalhando em conjunto para definir cursos, currículos e portas de entrada. A qualificação precisa chegar também a quem já está fora da escola e do mercado, com formação acessível, horários compatíveis e encaminhamento para oportunidades reais.

4. Compromisso Social:

Quem está em situação de vulnerabilidade não pode depender apenas de saber onde a oportunidade está; a política pública precisa criar a ponte.

Em muitas comunidades, o problema não é apenas a falta de vagas. É a distância física e informacional dos centros de formação, a necessidade de trabalhar, a baixa escolaridade e a ausência de uma rede que conecte a pessoa a um caminho possível. Por isso, uma política social orientada a oportunidades deve aproximar qualificação, orientação profissional e acesso ao mercado.

A proposta é incentivar uma rede de Centros de Oportunidades e Qualificação, conectando comunidades a Institutos Federais, Sistema S, empresas e serviços públicos. A pessoa deve conseguir descobrir quais cursos existem, qual profissão pode seguir, quais empresas estão contratando e quais documentos ou etapas precisa cumprir. Sem que a pobreza ou a distância sejam barreiras definitivas.

5. Mulheres:

Para muitas mulheres, o primeiro obstáculo para trabalhar ou estudar não é falta de capacidade: é a ausência de uma rede que permita conciliar cuidado, formação e renda.

Dados do IBGE mostram como o cuidado pesa sobre a vida profissional. Em 2019, entre pessoas de 25 a 49 anos que viviam com crianças de até 3 anos, o nível de ocupação era de 54,6% para mulheres e 89,2% para homens. No mesmo ano, as mulheres dedicavam, em média, 21,4 horas semanais a cuidados de pessoas e afazeres domésticos, contra 11 horas entre os homens. O acesso à creche é, portanto, também uma questão de trabalho, renda e autonomia.

A proposta é tratar a expansão de creches como infraestrutura social e econômica, priorizando territórios com maior déficit e articulando recursos federais para construção, ampliação e melhoria da oferta. Mas a agenda não termina na primeira infância: é preciso ampliar o acesso de mulheres em situação de vulnerabilidade a qualificação, emprego e empreendedorismo, com atenção especial a mulheres com deficiência, neurodivergentes e mães cuidadoras, que enfrentam barreiras adicionais de acesso e permanência no mercado.

O compromisso é construir políticas que reconheçam a dificuldade concreta: para uma mulher que precisa cuidar de um filho, uma vaga em creche pode representar a diferença entre conseguir trabalhar ou permanecer fora do mercado. Para uma mulher com deficiência ou com responsabilidades intensas de cuidado, acessibilidade e flexibilidade podem ser a condição para que a qualificação se transforme em oportunidade.

Bases legais e instrumentos para debate

Instrumentos para debate

Lei nº 10.097/2000

Aprendizagem Profissional

Base para ampliar e aperfeiçoar mecanismos de entrada de jovens no mercado de trabalho, com formação técnico-profissional e vínculo formal.

Lei nº 9.394/1996

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional

Base geral para educação básica, EJA e articulação da formação técnica e profissional com o ensino regular e a aprendizagem.

Lei nº 13.257/2016

Marco Legal da
Primeira Infância

Estabelece princípios e diretrizes para políticas públicas voltadas ao desenvolvimento integral na primeira infância e dá base para articulação intersetorial.

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